terça-feira, 13 de setembro de 2011

Varizes

O que são varizes?
Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem sob a superfície cutânea. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou de grande calibre.
As veias mais acometidas pela doença varicosa são as dos membros inferiores: nos pés, pernas e coxas.
Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada. Estes casos costumam ser assintomáticos e provocam apenas desconforto estético em seus portadores. Esses pequenos vasos são de localização intradérmica.




Como se formam as varizes?

As varizes se constituem num dos problemas mais antigos do ser humano.
O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue.
Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de circulação.
• A bomba plantar – cada vez que pisamos o sangue acumulado nos pés é bombeado para cima. Por isto é tão importante caminhar.
• A bomba muscular da panturrilha – a contração dos músculos da batata da perna também serve de bomba para o retorno venoso. Mais uma vez se confirma a importância de andar.
Válvulas venosas – a natureza municiou as veias dos membros inferiores com estruturas muito delicadas, porém resistentes, chamadas de válvulas venosas. Estas válvulas servem para direcionar o sangue para cima. E este trabalho tem que ser feito permanentemente, por anos e anos. Na pessoa normal a válvula se abre para o sangue passar e se fecha para não permitir que o sangue retorne.

Veias Safenas

A veia Safena Interna é a veia superficial mais longa do nosso corpo, indo desde a parte interna do tornozelo até a virilha. Pelas suas características a veia safena é muito utilizada para substituir artérias entupidas em varias regiões do nosso corpo, principalmente as artérias coronárias ( no coração ) e artérias da própria perna.

Quais os sinais e sintomas das varizes?

• Presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;
• Agrupamentos de finos vasos avermelhados
• Queimação nas pernas e planta dos pés;
• Inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia
• Prurido ou coceira
• Cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;
• Sensação de peso nas pernas;
• “Pernas inquietas”
• Cãimbras

Tratamento para das varizes

• Escleroterapia química– É provavelmente a técnica usada há mais tempo. Muito utilizada para as microvarizes ou vasos e para as varizes de calibre muito pequeno. Consiste na injeção de substancias esclerosantes que expulsam o sangue para as veias normais e entopem as veias que estão sendo tratadas. Embora essas injeções precisem ser repetidas em algumas veias, a escleroterapia costuma ser muito eficaz e com excelentes resultados quando realizada por médicos experientes.
• Cirurgia – as cirurgias de varizes estão cada vez menos agressivas. A grande maioria das varizes pode ser realizada hoje através de mini-incisões e o tempo de internação hospitalar raramente precisa passar de 24 horas. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal se encarregam de garantir o fluxo de retorno.
• Laser escleroterapia – a escleroterapia com laser está em evolução e ainda não substitui a escleroterapia química. Não pode ser aplicada em todos os tipos de pele e ainda não dá bom resultado nos vasos de calibre maior. Novas tecnologias com laser em desevolvimento poderão ampliar a sua utilização. No Brasil alguns médicos fazem o tratamento misto: laser e injeções.
• Laser endovenoso – consiste na introdução de cateter com laiser dentro das varizes com a intenção de destruí-las pelo calor. É uma técnica ainda em fase experimental.
• Radiofreqüência – é a mesma técnica anterior usando o calor produzido por cateteres dotados de dispositivo de rf.

Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial (HTA), hipertensão arterial sistêmica (HAS) conhecida popularmente como pressão alta é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro (aparelho de pressão) ou tensiômetro, tendo como causas a hereditariedade, a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o estresse, o fumo e outras causas.
Pessoas negras possuem mais risco de serem hipertensas.A sua incidência aumenta com a idade, mas também pode ocorrer na juventude.
Existe um problema para diferenciar a pressão alta da pressão considerável normal. Ocorre variabilidade entre a pressão diastólica e a pressão sistólica e é difícil determinar o que seria considerado normal e anormal neste caso. Alguns estudos farmacológicos antigos criaram um mito de que a pressão diastólica elevada seria mais comprometedora da saúde que a sistólica. Na realidade, um aumento nas duas é fator de risco.
Considera-se hipertenso o indivíduo que mantém uma pressão arterial acima de 140 por 90 mmHg ou 14x9, durante seguidos exames, de acordo com o protocolo médico. Ou seja, uma única medida de pressão não é suficiente para determinar a patologia.A situação 14x9 inspira cuidados e atenção médica pelo risco cardiovascular.
Pressões arteriais elevadas provocam alterações nos vasos sanguíneos e na musculatura do coração. Pode ocorrer hipertrofia do ventrículo esquerdo, acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, morte súbita, insuficiências renal e cardíacas, etc.

TRATAMENTO
O tratamento pode ser medicamentoso e/ou associado com um estilo de vida mais saudável. De forma estratégica, pacientes com índices na faixa 85-94 mmHg (pressão diastólica) inicialmente não recebem tratamento farmacológico.


Aterosclerose



Aterosclerose

A aterosclerose é uma doença crônica-degenerativa que leva à 
obstrução das artérias (vasos que levam o sangue para os tecidos)
pelo acúmulo de lípides (principalmente colesterol) em suas paredes.
A aterosclerose pode causar danos a órgãos importantes ou até mesmo
levar à morte. Tem início nos primeiros anos de vida, mas sua manifestação
clínica geralmente ocorre no adulto.
separador


Quais são as causas da aterosclerose?
A aterosclerose é causada pelo acúmulo de lípides (gorduras) nas artérias, 
que podem ser fabricados pelo próprio organismo ou adquiridos através dos
alimentos. Ela começa quando monócitos (um tipo de leucócito mononuclear)
migram da corrente sangüínea e depositam-se nas paredes arteriais e passam
a acumular gorduras, principalmente colesterol, formando as placas ateroscleróticas
ou ateromas.
As artérias afetadas pela aterosclerose perdem elasticidade e, 
à medida que essas placas de gordura crescem, as artérias estreitam-se.
Eventualmente essas placas podem se romper, havendo o contato das substâncias 
do interior da placa com o sangue, o que produz a imediata coagulação do sangue 
e, como conseqüência, a obstrução total e súbita do vaso, o que leva ao infarto do miocárdio.

Quais são os sintomas da aterosclerose?
Usualmente, a aterosclerose não produz qualquer tipo de sintoma até que
um estreitamento acentuado ou obstrução de uma ou mais artérias ocorra. 
À medida que a aterosclerose estreita a artéria, o órgão afetado pode 
deixar de receber sangue suficiente para oxigenar os seus tecidos.
O sintoma depende do órgão afetado pela obstrução da artéria. Assim, 
se as artérias acometidas são as que levam sangue para o cérebro, 
a pessoa poderá sofrer um acidente vascular cerebral (derrame); 
ou se são aquelas que levam sangue para as pernas, ela sentirá dor
ao caminhar (claudicação intermitente), podendo chegar até à gangrena; 
no caso de obstrução nas artérias coronárias
(vasos que levam sangue ao coração), o sintoma será dor no peito,
o que caracteriza a "angina" ou o "infarto" do coração.
Esses sintomas desenvolvem-se gradualmente, à medida que a artéria é obstruída.
Quais são os fatores de risco para a aterosclerose?
Estudos identificaram que certos indivíduos têm maior propensão ao desenvolvimento
dessa doença. São aqueles que apresentam os chamados fatores de risco para 
aterosclerose, como o tabagismo, a alteração dos lípides ou gorduras 
sangüíneas (colesterol e/ou triglicérides), o aumento da pressão arterial, 
o diabete, a obesidade, a vida sedentária e estresse emocional.
Idosos, indivíduos do sexo masculino, mulheres após a menopausa e
pessoas com antecedentes familiares de aterosclerose também têm 
maior tendência a desenvolver a doença.
Como a aterosclerose pode comprometer o organismo?
A aterosclerose pode afetar as artérias de órgãos vitais como o cérebro, coração e rins.
Se a aterosclerose não for evitada, ela pode comprometer o funcionamento 
desses órgãos e até mesmo levar à morte. A aterosclerose pode causar 
derrame cerebral, infarto do coração, claudicação intermitente etc.
Nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil, a
aterosclerose é a principal causa de doenças e óbitos na população de mais de 50 anos.
Como evitar a aterosclerose?
A aterosclerose pode ser evitada combatendo-se os fatores de risco - 
nível de colesterol alto no sangue, hipertensão arterial, tabagismo, 
obesidade e sedentarismo, ou seja, dependendo do fator de risco do indivíduo, 
a prevenção consiste em diminuir o nível de colesterol no sangue, 
diminuir a pressão sangüínea, deixar de fumar, perder peso ou começar
um programa de exercícios.
Evitar alimentos que produzem aumento de colesterol no sangue 
(os alimentos de origem animal - carnes e derivados, frutos do mar,
leites e derivados, etc.) e ingerir alimentos sem colesterol (frutas, legumes,
verduras, tubérculos e cereais) são hábitos que contribuem para controlar o nível 
de colesterol no sangue.
A prática de exercícios pode levar à redução de peso, que por sua vez ajuda 
a diminuir o nível de colesterol no sangue.
Parar de fumar ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue e a 
diminuir a pressão sangüínea. O fumo diminui o nível de "colesterol bom" 
no sangue - HDL colesterol - e aumenta o nível de "colesterol ruim" 
no sangue - LDL colesterol, contrai a parede arterial, diminuindo ainda mais
o fluxo sangüíneo na artéria já obstruída pelo colesterol.


Aneurisma da Aorta

aneurisma da aorta é uma dilatação de um segmento desse vaso sanguíneo. A aorta, é a principal artéria do corpo. Ela nasce no coração, atravessa o tórax e o abdome, dando origem a todas as artérias (ramos) que levam o sangue aos diversos os segmentos do corpo. A porção da aorta que fica dentro do tórax é chamada de aorta torácica; depois de atravessar o diafragma passa a ser chamada de aorta abdominal.



Sintomas

O aneurisma da aorta, usualmente, não causa nenhum sintoma. Alguns indivíduos muito magros podem perceber que existe um tumor que pulsa, quando colocam as mãos no abdome. Os médicos detectam essa pulsação com mais frequência, por serem treinados para isso; mas mesmo eles podem não detectar o aneurisma se o paciente for obeso. O primeiro sintoma de um aneurisma da aorta pode ser a morte súbita por rotura. O paciente pode sentir dor no abdome ou na região lombar alguns minutos ou horas antes do evento fatal. Isso faz com que o aneurisma da aorta seja considerado uma doença silenciosa, e é importante que se faça o diagnóstico quando ainda não há sintomas.

Diagnóstico
O diagnóstico do aneurisma da aorta abdominal é feito com ultra-sonografia do abdome, tomografia computadorizadaAneurisma da Aorta Abdominal, mostrado na Tomografia Computadorizada.ou ressonância magnética.

Tratamento

O aneurisma da aorta abdominal é sempre tratado por cirurgia. O especialista nesse tratamento é chamado de Cirurgião Vascular. A técnica clássica é feita por uma incisão no abdome, abertura do aneurisma e colocação de um tubo de material sintético no interior do vaso, para aliviar a pressão do sangue sobre a parede enfraquecida. Mais recentemente foi criada a técnica endovascular, na qual o tubo é introduzido através de um cateter pela virilha, controlado por raios-X, sem necessidade de abrir o abdome; essa técnica foi usada pela primeira vez em 1990 pelo cirurgião argentino Juan Carlos Parodi, e trazida ao Brasil em 1994 pelo cirurgião Pedro Puech, professor da Universidade de São Paulo.


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Doença Cardiaca Congênita



Ou Cardiopatia congênita é a doença na qual há anormalidade da estrutura ou função do coração, que está presente no nascimento, mesmo que descoberta muito mais tarde. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário de uma estrutura cardíaca normal. As alterações do fluxo sanguíneo, resultantes desta falha podem influenciar o desenvolvimento estrutural e funcional do restante do sistema circulatório. Situações como a Síndrome de pré-excitação ventricular ou as fases iniciais de uma Cardiopatia hipertrófica, podem passar completamente despercebidas nos primeiros anos de vida e mesmo assim podem ser classificadas como cardiopatias congênitas.
Conhecida também como DCC, pode levar anos para se manifestar provocando lesões mínimas no caso de uma coarctação da aorta. Dentre as lesões pequenas podemos citar o defeito do septo ventricular, um tipo de lesão que modifica o dia a dia comum do cardiopata e nem o proíbe de praticar atividades físicas.
             
Tipos de cardiopatia congênitas
É bastante grande o número de doenças nessa área. São as mais comuns: 
Comunicação interatrial, ou CIA. Existe um defeito de fechamento do septo interatrial, permitindo a passagem do sangue do átrio esquerdo para o átrio direito. 
Comunicação interventricular, ou CIV. O defeito ocorre entre os septos interventriculares (ventrículos esquerdo e direito). 
Persistência do canal arterial, ou PCA. É o não-fechamento do canal arterial, estrutura normal na circulação fetal, comunicando o tronco da artéria pulmonar e a aorta

Tratamento

O tratamento ideal é a correção do defeito estrutural. Conforme o caso, pode-se precisar de cirurgia imediata ou aguardar meses ou anos para a cirurgia. Conforme o caso, a intervenção pode ser feita intra-útero. Cada apresentação clínica tem particularidades quanto aos medicamentos ou outras medidas indicados.

 Exemplo de Comunicação de interatrial


sábado, 3 de setembro de 2011

Tumor cardíaco

São os tumores ou neoplasias que se iniciam primariamente no coração.

Os sintomas são decorrentes de uma combinação de Insuficiência cardíaca, Arritmias ou Embolias. E a imprevisibilidade do local de formação do tumor, os tumores podem mimetizar outras doenças cardíacas.

O diagnóstico, não é um diagnóstico frequente. Mas quando existem suspeita, os seguintes métodos trazem informações significativas: Radiografia de Tórax, Ecocardiografia, Tomografia computadorizada, Ressonância nuclear magnética e Biópsia endomiocárdica.

Os tumores podem ser intracavitários, quando ocorrem dentro de um átrio ou ventrículo, ou intramurais, quando ocorrem no miocárdio, na parede do coração. Os tumores podem ainda ser benignos ou malignos.

Temos outros tipos de tumores, tais como:
Tratamento: Visa quando possível eliminar o tumor, mas também pode visar diminuir a velocidade de progressão ou diminuir os sintomas associados. As nuances de tratamento dependem do tipo, extensão e localização do tumor. De maneira ampla, pode-se dizer que as das técnicas utilizáveis são cirúrgicas, de quimioterapia e de radioterapia, além das medicações específicas para a síndrome de apresentação da doença.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Embolia Gasosa : Identificando, Tratando e Prevenindo


  A embolia gasosa é um risco potencial de qualquer acesso venoso central, sendo uma rara, porém grave complicação, com uma taxa de mortalidade relatada de 30 a 50%. Deve ser suspeitada em qualquer paciente com cateter venoso central que subitamente desenvolva hipoxemia inexplicável ou colapso cardiocirculatório. O ar pode entrar na veia diretamente pela agulha de punção, durante a permanência do cateter na veia central, por desconexão ou fratura do cateter, e durante a sua retirada, pelo trajeto no subcutâneo. A quantidade de ar estimada para produzir o quadro de embolia gasosa significativa é entre 300 e 500 ml de ar, numa taxa de 100 ml/segundo. Porém, quantidades menores podem ser fatais nos pacientes gravemente enfermos e com reserva cardiopulmonar limitada.
  A interação do sangue com ar desencadeia agregação de plaquetas, hemácias e glóbulos de gordura às bolhas de ar, promovendo obstrução de vasos pulmonares, com conseqüente aumento da resistência vascular, redução da complacência pulmonar e hipoxemia grave, assim como instabilidade hemodinâmica concomitante, relacionada a hipertensão pulmonar aguda.

  A embolia gasosa pode manifestar-se por dispnéia súbita, ansiedade, tonturas, náuseas, e sensação de morte iminente, ou dor retroesternal. Sinais neurológicos como confusão, obnubilação e perda da consciência podem ocorrer imediatamente. Estes mesmos sinais podem ser secundários a hipóxia cerebral, pela hipoxemia e instabilidade hemodinâmica sistêmica, ou por isquemia, pela passagem de ar na circulação arterial sistêmica causando embolia arterial cerebral.
  Condições que reduzem a pressão venosa central predispõem à embolia gasosa, incluindo a taquicardia, hipovolemia e a cabeleira elevada, assim como as que incrementam a pressão negativa intratorácica, como a hiperventilação.
  Os pacientes com suspeita de embolia gasosa devem ser imediatamente posicionados em decúbito lateral esquerdo e com a cabeça abaixada (posição de Trendelemburg), colocando desta maneira a via de saída do ventrículo direito em uma posição inferior à cavidade ventricular direita, facilitando a migração do ar para a porção mais elevada. A aspiração de ar do ventrículo direito pode ser tentada se o cateter estiver posicionado, porém não se justifica a passagem de outro cateter apenas para este fim.
  Para reduzir o tamanho das bolhas, todos devem ser colocados em oxigênio a 100%. Os que não respondem a estas medidas, a oxigenioterapia hiperbárica deve ser considerada, reduzindo o tamanho das bolhas pela difusão do nitrogênio induzida pelo alto PO2 alveolar.
  A prevenção da embolia gasosa é essencial. Tanto a colocação quanto a retirada dos cateteres venosos centrais devem ser realizadas em decúbito dorsal e em posição de Trendelemburg, aumentando a pressão venosa. Na retirada, o orifício de entrada na pele deve ser imediatamente ocluído. Se possível, evitar o acesso venoso central em pacientes taquidispnéicos ou ansiosos; nos hipovolêmicos, a hidratação prévia deve ser realizada. Conectores tipo Luer-Lok devem ser usados para prevenir a desconexão acidental. A vigilância continuada dos cateteres é obrigatória durante todo o período de permanência.